
O clube do norte do Paraná, que no século passado, mais
precisamente no ano de 1977, foi quarto colocado no brasileiro da série A, também
sendo campeão estadual por algumas vezes, porém logo após essa fase de glórias,
entrando numa crise financeira profunda, por incompetência gestual de seus
cartolas.
A iniciativa deu certo, e em 2013 a equipe foi terceira
colocada estadual, e se sagrou campeão do interior paranaense, e garantindo uma
vaga à série D do brasileirão daquele ano, ficando na décima quinta posição,
uma campanha sem muitos alardes.
No mesmo ano, com uma campanha surpreendente na série D do
brasileiro, ficando em terceiro lugar, com uma campanha de 8 vitórias, 5
empates e apenas uma derrota, assim, garantindo uma vaga para a série C deste
ano, onde até então, é líder de seu grupo (C).
Seu gestor Sérgio Malucelli em entrevista ao Jornal de
Londrina disse: “Até
2021 vamos deixar o Londrina na Série A. Na pior das hipóteses, o Tubarão vai
estar na Série B”, mostrando a confiança plena que ele tem em seu trabalho.
Uma
das coisas que mais chamam a atenção é o técnico do Londrina, que está no cargo
desde 2011, quando foi promovido para a equipe principal do clube, Claudio
Tencati tem 41 anos, e o Londrina é o terceiro clube profissional onde ele é treinador,
tendo trabalhos anteriores no Cianorte e no Paranavaí.
Olhando
tudo isso, será que o planejamento é tão complicado assim? Será que clubes como
Palmeiras, Corinthians, Flamengos e outros gigantes no cenário nacional, não
conseguem se planejar assim como o Londrina? O “LEC” é a prova viva que futebol
não é sorte, é empenho, e planejamento, os dirigentes do Brasil, deveriam pegar
o que o Londrina ensino em empregar em seus respectivos clubes.


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